2.569 processos baixados por magistrado.
A produtividade média mostra capacidade operacional e ganhos associados à tecnologia, à gestão e à dedicação das equipes.

Um olhar multidimensional sobre o Judiciário brasileiro — para além da produtividade — e uma proposta concreta de mensuração, debate e aperfeiçoamento institucional.
A digitalização ampliou a capacidade de trabalho e o Judiciário baixou 44,8 milhões de processos em 2024. Ainda assim, o estoque, o congestionamento e o custo fiscal permanecem elevados. Eficiência produtiva é essencial — mas não explica, sozinha, a qualidade da governança.
A produtividade média mostra capacidade operacional e ganhos associados à tecnologia, à gestão e à dedicação das equipes.
Incentivos, acesso efetivo, transparência, coordenação e desenho institucional precisam entrar na mesma equação.
O índice reúne dados públicos, oficiais e replicáveis. Não é um ranking simples de tribunais: é um instrumento exploratório para identificar capacidades, gargalos e escolhas de governança.
Produtividade comparada, com população incorporada como insumo.
Prestação de contas e abertura institucional a partir do ranking do CNJ.
Governança, gestão e infraestrutura digital do Judiciário.
Demanda, assistência jurídica, recursos organizacionais e contexto social.
Descongestionamento, velocidade e capacidade de dar vazão aos casos.
Pesos nominais iguais e dimensões normalizadas de 0 a 100. A aplicação é exploratória e aberta a refinamento metodológico.

O paper transforma o diagnóstico em agenda: medidas para qualificar a demanda, fortalecer organizações, melhorar a informação e rever o desenho institucional.
Enfrentar litigância abusiva, qualificar a gratuidade, harmonizar custas e estimular soluções extrajudiciais.
Preparar equipes e magistrados para litígios de massa, economia comportamental e novos desafios de gestão.
Produzir evidências de fato, ampliar a transparência e criar métricas para decisões e controles institucionais.
Aprimorar análise de impacto, mediação, proteção coletiva e mecanismos de composição das instituições.
Uma abordagem multidimensional para além da produtividade. Leia o estudo completo, sua construção metodológica, o exercício exploratório do iGov-Jus e a agenda de reformas.